Pesquisar este blog

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Eleições brasileiras: mayors and aldermen!

PERDEMOS! WE HAVE LOST!

We, quem? Nós, who? -----------------------------> A MUDANÇA


O RIO DE JANEIRO CONSCIENTE: CHORA.

Mais 4 anos?! Hell, no!

O Sr. Eduardo Paes e o Sr. Cesar Maia, dentre outros, conseguiram, novamente, manter-se no quadro político ativo do país. Paes conseguiu a reeleição na Prefeitura, com o apoio de Dilma, Lula, PT, PMDB e outros partidos  including the minor one who was declared on news as bought, by PMDB, to support Eduardo Paes' campaign. Besides, we all know Paes gave money to poor comunities, through it's samba representations, which gave him an enormous advantage on the others. And this money...came...from...WHERE? Investimento cultural, é? E por que só agora? É uma baixaria sem tamanho, que qualquer um pode perceber, está na cara, está declarado.



O surpreendente, no entanto, é o caso Cesar Maia. Why? Because he is not only involved with a lot of major bullshits done in the city, but he has done a thing called Cidade da Música, a space for music and all that concerns it, that never came to an end. It's there, incomplete, a thing that costed more than four times the previous work on Maia's time, Cidade do Samba. We have only one theater here, while São Paulo has seven capable to receive a symphony orchestra. Despite of all this crap, Maia once again is there, between the wolves, pretending to be the old and tenacious sheep he has been since I can remember. Now, he is just a alderman, but just wait, as Fernando Collor de Melo, he will, once again, rise from the dead and rule again!

RUN TO THE HILLS!
CALL BEAR GRYLLS!

And bring me some salted peanuts, for I want to eat them out of the C@N!



RIO DE JANEIRO... que medo, hein? No topo do Brasil, temos a ditadora Dilma Rousseff, que de brasileira só tem a intenção de voto. De lá pra cá, opa, vem uma renca de comparsas, que culminam no nosso vereadorzinho, Cesar Maia, passando pelo prefeiteco, Eduardo Paes. Shame on you, cariocas, really. More four years of pure BROMA.

sábado, 6 de outubro de 2012

"Fim de tarde", Fazendinha Mix

sangue nos olhos e martírio no coração
carcaça transpassada pelo tiro dum fuzil
puta que pariu, que grande contradição
sepultar amigos na beira do meio-fio

nunca me esqueço daquele fim de tarde
o pessoal na moral fazendo a sua arte
passando várias tintas pelos muros da cidade
até que a sirene fez silêncio na paisagem

"encosta aí, viado, acabou a sacanagem
vamo entregando o bagulho que eu sei,
tamo na atividade"

mas ninguém dava pala e a chapa esquentou
se não eram as drogas, seria outro caô
a bala já guardada tinha endereço certo
foi só o de menor puxar a lata e veio o berro

sangue nos olhos e martírio no coração
carcaça transpassada pelo tiro dum fuzil
Rio de Janeiro, que grande contradição
cidade maravilhosa para mafioso rico

eu vi, ninguém veio me contar
o tiro de misericórdia que foi dado na cabeça
do globeleza, moleque de visconde de mauá
que tinha se mudado pra tentar ser militar
ia estudar, não ia mais fazer despesa
queria guardar a grana pra mudar pra Fortaleza
mas já não dá, não pode ir mais pra frente
parece que o linguajar foi motivo pro tenente
largar o dedo na máquina e fazer deitar
o segundo adolescente numa noite sem estrela

sangue nos olhos e martírio no coração
carcaça transpassada pelo tiro dum canhão
essa é a cara do nosso imenso Brasil
sepultar amigos na beira do meio-fio

terça-feira, 2 de outubro de 2012

confissões de um vivente

tá sastifeito, né? tá sastisfetíssio! tua vida é uma driliça, cheia dos detalhe, das coisa pra se distraí, dos compromisso social com os plano que nego fez e que tu diz que é tu que faz pra tua vida. faz o caralho. tu faz o teu desenho, marré cas tinta e os pincel que os maluco te dero. tomá no cu, independente é a cabeça do meu pau. viado. independente de quê? tu nasceu, tu começô aí no coleginho, de repente tava saino cas menina do condomínio, tirano cabacinho das princesa lorinha, e aí? agora tu fica dano voltinha de carro e fazeno cursin na faculdade. que beleza. que independênça é essa? diondié que tu arrumô dinheiro, tempo, todas as parada que tu sempre teve na mão a vida toda? trabalhano que num foi, palhaço. então vai te tomá no teu cu, morô? 


cansei de ficá veno tu subi e descê, todo posudo. começô, na real, quando tu e aqueles teu amiguinho dero uma surra no batoré, naquele pobre coitado. tudo valentão. tudo meninão forte e valente. tudo babaca que tinha que morrê um purum. e vai. vai tudo. tu é o primeiro, porqueu fiz questão de começa com o melhor de todos. só que a surra do batoré nem foi A parada. depois disso, lembro que teve aquela história do teu amigo lá em tingá, ca puta, aquela viciada em pó que ficava pagano boquete no sinal. teu amigo comeu, bateu, pisô, xingô, passô doença e ainda deu nota falsa. nota falsa. num teve pagamento, num teve serviço. o babaca estrupô e deixô a pobre sem dois dente e com a olho torto. teve dirlocamento. e purcausa diquê? diz pramim, na moral. puquié quinum foi pracademia? purquié quinum foi trocá cusamigo? tinha quipegá uma puta e descê o cacete? como dicustume, num aconteceu nada cuminino e fico purisso mermo. daí eu vi tu, mané, defendeno o cara, dizeno quiucara perdeu a cabeça, mar quié gente boa e, afinal, puta acabava seno um tipo quiera prissu mesmo.


 masumelhó, cara, foi quanu tu recebeu a fábrica dierança e mandô todo mundimbora pra fazêu campo de aviação. aquela porra tábandonada faz quanto tempo? sei lá, sei quidilá pra cá, uma porrada de família sifudeu. teve nego perdeno parente, teve gente quinum tinha pronde í. tu simplesmente matô lentamente um monte de gente, só porquitu podia. só por causa do dinheiro qui tu usurpô duteus pai, ca discupa dissê filho. cuesse dinheiro é quitu matô um monte de gente. é por causo desse dinheiro quitu vai morrê.


reza aí qualqué parada, anda, quieu tô cum paciênça...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

amanhe-céu

há um sol nesta cidade
incendiando as ruas
incidindo sobre aço e concreto
sobre as pessoas ainda nuas
entre objetos cortantes
troco e comprovantes de débito

pássaros cantam nos cativeiros
ácaros festejam nos travesseiros
a falta de dinheiro do hospedeiro
de uma doença muito rara

- homem citadino passivo compulsivo
perecendo em silêncio nos redutos
de vícios antigos;
sendo ele não mais que resultado
dos méritos do improviso,
estando o viço à mercê dos atos.

há uma sina nesta cidade
que nunca se esconde
ninguém sabe onde
ninguém sabe onde
mas tem a tua e a minha parte
tem o teu e o meu nome


domingo, 30 de setembro de 2012

a Política no Rio de Janeiro - one more time! but no

RIO DE JANEIRO...


 

A política neste país é ultrajante. Sério, quem mora aqui sabe. Quem acompanha, quem não precisa trabalhar horas e horas, alienado pela necessidade de sobrevivência, sabe o que se passa nesta cidade.

corruption

TÃO RUIM QUANTO ISSO

é a americanização do cinema. Meudeus. Let's forget about the scandals named Eduardo Paes and his election to be, once again, the mayor. American movie industry is fucking up our industry. We are trying to make shit like they do, man. It's awful. Simply absurd how they made ASSALTO AO BANCO CENTRAL.

QUE MERDA DE FILME!
                                                  QUE MERDA DE FILME!
                                                                                                       QUE MERDA DE FILME!


toxic trash


So, while Eduardo Paes keeps up with his agenda, buying everything in his way, our movie makers are buying the United States way to make the movies around here. Simply cruel. And do people like? I don't know. I don't. Sad. Oh, the worst soundtrack ever.

I am going to India to study cinema with a woman, if everything end up quickly about my visa. I forgot to send the form with the documents. How stupid? The movie is still there, on screen. A sucessão de clichês é ininterrupta. Triste. Muito triste.


sábado, 29 de setembro de 2012

sap seeing



I blew a leaf upon the night
for my belief is dry and out
not even the stars are shining bright
for the weather is dry and hot
all the smoke and shit in the sky
made the stars afraid to shout
that's why I sing the blues to dead pieces
of a tree without sap

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

paisage

headoverails